As portas giratórias foram criadas com a intenção de manter a segurança da instituição e das pessoas presentes, mas nem sempre é isso o que acontece.
Primeiro, vamos entender como este tipo de detector funciona: ondas eletromagnéticas são emitidas sucessivamente, e quando um cidadão passa pela porta, estas ondas tentam detectar algum metal. Se nada for detectado, a porta gira normalmente. Mas, se algo for encontrado, a porta trava impedindo o acesso.
Então, porque algumas pessoas são barradas sem existir nada de metal com elas? – Por erro do sistema de detecção. Como todo sistema automatizado, ele não está livre de interferências e problemas.
Portanto, as portas giratórias são realmente automáticas, elas travam sozinhas. Porém, o destravamento é feito manualmente pelos seguranças, através de autorização do gerente (é para ser assim). Mas, fica visível que não é isso o que acontece.
Muitas pessoas já passaram momentos de nervosismo e constrangimento ao serem bloqueadas pela porta giratória. E, às vezes a situação ainda é agravada quando o segurança não está muito “afim” de ajudar. Aí, começa toda a confusão. E, infelizmente muitos finais acabam com pessoas quase nuas, ou com policiais sendo chamados.
A verdade é que existem dois lados da moeda. O cidadão que tenta exercer seu direito de ir e vir. E o profissional que tenta aplicar os conceitos do seu trabalho, ou seja, manter a segurança.
As portas giratórias são essenciais sim. O que falta é melhorar a qualidade de trabalho dos profissionais de segurança, proporcionando-lhes melhores condições. E, devem haver maiores investimentos por parte da instituição em treinamentos que propiciem aos profissionais soluções para resolver as mais diversas situações; inclusive quando se fala em relacionamento direto com outras pessoas.